quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Frutos

“Cada um se fartará do fruto da sua boca, e da obra das suas mãos o homem receberá a recompensa.”

Proverbios 12:14


Ao ler o Proverbio de hoje, atentei para esse versículo. Como ele é forte e direto!
Parei para refletir nele e no que ele poderia me edificar nesse dia.
O que minha boca tem gerado como fruto e que obras minhas mãos tem feito?
Muitas vezes em nossa vida passamos por situações em que não entendemos como atingimos determinado ponto e nem como sair dele...vivenciamos fatos que poderiam não ter acontecido, e por muitas vezes colocamos a culpa desses fatos em outras pessoas, ou até mesmo Naquele que jamais deve receber culpa alguma: Deus.
O que deixamos passar é que esses fatos são gerados atraves de sementes que plantamos, como diz o versiculo, com nossos lábios ou com nossas ações, nos fartamos daquilo que plantamos e vivemos delas.
Da mesma forma que isso pode gerar tristezas e decepções, poderia estar gerando em nossas vidas, bençãos sem medida, transbordantes pra nós e para as pessoas ao nosso redor. Mas porque isso não acontece?
Porque é impossivel transbordarmos de algo que não existe dentro de nós, explicando, vemos, ouvimos e sentimos coisas diariamente que não são de nossa vontade ( ou podem até ser ) e muito menos da vontade de Deus, e deixamos que o nosso coração se encha disso.


“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.”
Lucas 6:45


Da abundancia do nosso coração fala a boca.
Do que temos enchido o nosso coração? Minha boca confessa e eu tenho agido de acordo com aquilo que digo viver?
Que possamos nos analisar, nos encher daquilo que é bom, que edifica e é original do Senhor, para que possamos frutificar coisas boas em palavras e em ações!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas...

Quem já leu o livro o pequeno príncipe, certamente se lembrará dessa frase.
Ela veio novamente a minha memória esses dias, me fazendo meditar nela, não por ela ter um sentido bíblico ou algo parecido, mas por ela expressar algo de que nos esquecemos constantemente: a AMIZADE VERDADEIRA.
Será que conseguimos cativar alguém de fato nesses dias de tanta correria e frieza? Afinal, o que é cativar?
Segundo a raposa do livro, cativar é dar um sentido de vida a alguém, é estar presente em praticamente todos os momentos e jamais esquecer do que cativou...Parece ser muito mais profundo do que as amizades que temos vivido hoje...
Que possamos tentar a cada dia, cativar e nos considerar responsáveis pelos amigos que cativarmos.